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The Vampire Diaries: Promo da 5ª temporada


"Se eu tiver que ouvir doppelganger mais uma vez, vou ter que aprender a soletrar isso."

A quinta temporada de The Vampire Diaries chega no dia 03 de outubro, potanto, o canal CW fez questão de divulgar o primeiro promo com cenas inéditas da sua season premiere. Confira logo abaixo:



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The Vampire Diaries: Assista ao trailer da 5ª temporada


O painel de The Vampire Diaries na Comic Con 2013 trouxe, como de costume, um trailer da nova temporada da série.

O vídeo divulgado, infelizmente, não vem com muitas cenas inéditas, servindo mais como um recap das temporadas anteriores, ainda que no final traga algumas agradáveis surpresas. E o foco, como não poderia deixar de ser, foi voltado inteiramente ao triângulo amoroso entre Elena, Stefan e Damon. Confira:


TVD retorna no dia 10 de outubro.

PS.: Que isso? Bonnie morre, mas não consegue ficar quieta no caixão.

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The Vampire Diaries: 4x23 "Graduation" (Season Finale)


Entre boas-vindas e despedidas, TVD faz uma excelente season finale.

Antes de mais nada, devo admitir que esta foi uma temporada fraquíssima... ruim... Jeremy... para os padrões de "The Vampire Diaries". Porém, isto é tão verdadeiro quanto a obsessão de Silas em ter seu corpo transformado no de Caroline. Este quarto ano se mostrou, não apenas irregular, como uma salada de tramas desinteressantes e mal conduzidas de Julie Plec que, sem Kevim Williamson, não soube como manter a qualidade da safra de verbena anteriormente entregue sem que cometesse alguns deslizes.

Ainda assim, devo validar os bons momentos desta temporada. E esta season finale, à exemplo disto, parece ter vindo para nos lembrar o porque de amarmos tanto essa série de vampiros, doppelquengas, macumbruxas e hibrissexuais. Desse modo, o roteiro ágil, eletrizante e surpreendente, junto a dose emocional gerada pelo retorno e partida de alguns dos nossos queridos personagens, criou uma fórmula certeira para um fim de temporada mais do que satisfatório.

Como não poderia deixar de ser, temos aqui mais um grande evento como background para toda a ação. Desta vez, é a formatura dos dedicados alunos de Mystic Falls, um colégio que preza pela qualidade de ensino e permite que alunas como Elena e Caroline se formem, ainda que tenham faltado 873 aulas desde o início da primeira temporada.

Este suposto clima de alegria da formatura, porém, acabou se tornando melodramático, uma vez que Bonnie - nossa querida e amada Bruxa Isqueiro - estaria em breve pegando o trem de partida para Hogwarts, digo, para o outro mundo. E, por isso, acabaram sendo tristes os momentos em que a mesma, junto à Elena e Caroline, apareciam fazendo planos para o futuro, quando de fato, para Bruxa-Isqueiro, este nem mais sequer existia. 

"Ah, quer dizer que você, que sempre falou mal dela, vai sentir sua falta, Gabriel?". Sim, por incrível que pareça, sentirei falta de Bonnie... das macumbas que jamais deram certo, dos rituais que a fizeram encarnar o espírito de Hebe Camargo e da sua boca maravilhosamente torta. R.I.P Bruxa-Isqueiro.

Igualmente emocionais foram as despedidas de Alaric e Lexie, cujos retornos já haviam sido um belo presente da produção de TVD, mas que, todavia, nos fazem lamentar que os mesmos não tenham sido mantidos na série quando esta possibilidade era real. Ao invés disto, os roteiristas os enviaram de volta para o outro lado deixando Jeremy para trás. Jeremy... 

Também tivemos a resolução do plot da cura, pelo qual, pela primeira vez, tive que aplaudir Julie Plec. Ela soube muito bem como utilizar bem este artifício para nos deixar apreensivos em diversos momentos da finale, inclusive nos fez acreditar que seria capaz de curar um dos três protagonista quando Damon levou um tiro de uma bala banhada a veneno de lobisomem, Stefan teve o pequeno frasco entregue por Elena em mãos e Elena teve o mesmo de volta acompanhado de um discurso de "cala boca e toma logo" de Stefan.

Por fim, aquela que menos desejava ser humana acabou tendo a única chance de cura para o vampirismo empurrada guela abaixo. Plot twist excelente, M-A-S que arrisca estragar uma das melhores personagens de toda série. 

E quando pensávamos que já havíamos tido reviravoltas suficientes para uma finale de TVD, Silas nos convida para dar um último twist carpado duplo e revela ser a doppelquenga original de Pastelfan (oi?). Melhor do que isso, só o fato de que na próxima temporada teremos o vilão se passando por um dos irmãos Salvatore em Mystic Falls, enquanto o verdadeiro se encontra em banho maria dentro de um cofre.

Notas do diário:

- Mattédio promove menos sono quando está junto de Rebekahchorra.

- Momento "owwnnn" da finale: Elena mostrando que, apesar do fim do sire bond, continua apaixonada por Damon. 

- Momento "corno" da finale: Stefan dizendo que está feliz pelo irmão.

- Klaus deixou o cachorro, digo, Tyler voltar para Mystic Falls. Sim, Tyler ainda existe.

- Como é que ninguém tem a curiosidade de perguntar à Alaric, Lexie, Jeremy e cia como é o purgatório das criaturas sobrenaturais?

- Melhor arma para decapitação da história: chapéu de formatura.

- Pior efeito especial da história: cabeça sendo cortada por chapéu de formatura.

- Alguém me diz qual foi o motivo para April ter existido nessa temporada?

- E por último, é sério que o Jeremy voltou? É sério mesmo?

Até a quinta temporada!


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The Vampire Diaries: 4x17/18 "Because the Night" / "American Gothic"


Conhecendo a vadia por trás do lápis de olho.

Depois de duas semanas mais distante das reviews de TVD do que Tyler de Mystic Falls, estou de volta e é com muito orgulho que venho aqui dizer que a série, aparentemente, recuperou o fôlego antes perdido. Sim, Julie Plec resolveu tirar algumas ideias bacanas de seu aquário de verbena sem peixes e finalmente colocá-las em prática para concretizar dois episódios com excelentes diálogos, retornos adagásticos e, mais importante, desenvolvimento.

A começar por "Because the Night", nele temos um bom encaminhamento ao arco de Santelena em Nova York. Não sei se foi por conta de uma real mudança de comportamento da personagem ou se foi pelo novo corte de cabelo Dulce Maria, mas minha irritação com Santelena diminuiu drasticamente neste episódio. É claro que a dinâmica com Damon e Rebekahchorra colaborou e muito para isso, contudo foi a personagem quem, de fato, revelou ter deixado a birra e a atitude "quero uma adaga na minha Caverna dos Dragões" para trás e começar a curtir a típica vida de chupões em pescoços.

Os flashbacks da época em que Damon fazia jus ao apelido de Damoniaco foram igualmente divertidos, especialmente pelo retorno de DisLexi que veio mais uma vez para comprovar que, sim, possui "mom issues" e não consegue ver um vampiro perdido em suas emoções que o resgata deste horror. A tentativa de trazer as emoções de Damon de volta, porém, foi seu maior erro, já que DisLexi foi parar no terraço do local sem um bracelete sundown que a protegesse e com Damon jogando Cenoure & Bronze para ajudar.

Toda essa jornada até Nova Iorque, entretanto, possuía um propósito maior: encontrar a doppelquenga mais amada de Mystic Falls e, por conseguinte, a cura para a gonorreia de Santelena. Desse modo, (rufem os tambores originais) bisKath retorna em "American Gothic", para katherinar como nunca katherinou antes (quero muito que esse verbo vingue) e, claro, para nos presentear com alguns plot twists interessantes, apesar de previsíveis. 

O primeiro deles vem quando Rebekahchorra toma a suposta cura da embalagem de O.B., desmaia, acorda na sequência seguinte, diz que se sente viva e depois de uma longa epifania descobre que era apenas a verbena falando. Mais óbvio do que isso, foi o plot de Bruxa Isqueiro estrelando o longa "Ensaio Sobre a Cegueira", em que era previsível que Caroline mataria a Bruxa Boss para que as onze bruxas restantes - com a frase "somos inúteis e vamos ser mortas para completar o triângulo de Silas" em suas testas - pudessem morrer. 

Ao menos, o ato serviu para mostrar a vambarbie que ela não é muito diferente do terrível Klaus que construiu em sua cabeça. Relacionamento este que volta a ser explorado muito bem no 4x18, em que Klaus acredita ainda estar com um pedaço da estaca de Silas nas costas, quando na verdade está apenas alucinando e coçando a ferida incontrolavelmente. Estou entre aqueles que acredita que Tyler e Caroline já deram o que tinham que dar (especialmente Caroline, que já deu até demais para ele) e por isso torço por Klaroline tão fervorosamente quanto pela morte de Bruxa Isqueiro.

Contudo, devo reconhecer que este episódio tenha sido de bisKath, cuja jaqueta de couro, lápis de olho, salto altos e personalidade "sou uma quenga e daí?" se mostraram um verdadeiro escudo para seus traços mais humanos. E, de fato, acreditei quando a mesma disse que se importava com Elijah e que não estava apenas o usando para selar o acordo com Klaus. Aliás, é importante criarmos este tipo de relação com uma personagem que tanto gostamos e pela qual afogaríamos Elena em uma aquário de verbena em segundos.

Por fim, é realmente bom ver que em apenas dois episódios "The Vampire Diaries" recuperou seu ritmo e deu encaminhamento a trama central como não fazia há um longo período de tempo. Só nos resta orar para que a Santa Protetora dos Plot Twists continue a nos abençoar com esta boa safra de verbena até o término da temporada. 

Notas do diário:

- Silas é uma quenga sem escrúpulos. Enfia a adaga nos fundos do Klaus e ainda se passa por Caroline para afrontar o original. Morte certa até o fim da temporada.

- Adoro bisKath, mas por que diabos ela não arrancou o garfo da própria mão antes que Elena o fizesse?

- Só eu realmente torço para que Rebekahchorra consiga o que quer: a cura e uma nova vida?

- Santelena, então, decidiu que matará garçonetes caso Stefan e Damon insistam em curá-la. Ajudou muito.

- Mais uma vez, me desculpem pelo atraso das reviews, com o retorno da série voltarei a postá-las semanalmente como era de costume.


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The Vampire Diaries: 4x16 "Bring It On"


Quando a gente acha que não pode piorar...

É fato, 11 entre 10 pessoas que assistem à The Vampire Diaries concordam, ou ao menos aceitam, o fato de que Santelena é a protagonista mais irritante, insossa e "ai que vontade de dar uma surra" dos últimos tempos. Nem Jeremias no auge da sua fase emo (ou Bruxa Isqueiro quando era da Sonserina) conseguiu reunir para si próprio tamanho ódio por parte do público. Porém, com um esforço extra dos roteiristas, Elena se tornou vampira e piorou. Depois, perdeu as emoções e adivinhem...

De fato, se a intenção deste 4x16 era tornar nossa querida vampidrama ainda mais irritante do que antes, tenho que dizer que os roteiristas de TVD estão de parabéns, pois tudo o que eu queria fazer após os quarenta e poucos minutos de "birras e mimimis" de "Bring It On" era batizar Elena em uma banheira de verbena.

E pensar que desligar as emoções da protagonista poderia ter sido uma excelente idéia, caso esta não viesse acompanhada do comportamento infantil e birrento que foi dado a personagem. E foi assim, que pela primeira vez, vi The Vampire Diaries com os olhos de quem não vê a série por puro preconceito: tendo a visão de que está assistindo a uma produção única e exclusivamente feita para adolescentes, ou melhor, para crianças, já que a figura de Elena é basicamente uma.

Dessa forma, passamos grande parte do tempo em tela deste 4x16 acompanhando algo que poderia ser facilmente intitulado de "Os contos da vampira adolescente", o que inclui conflitos tão profundos quanto a queda de Caroline da pirâmide de líderes de torcida e caçadas tão cruciais e empolgantes quanto a de Elena em busca da fita azul.

Logo, é válido dizer que "Bring It On" não trouxe quase nada de substancial à trama. Apenas foi revelado, através do mistério do desaparecimento das bolsas de menstruação dos hospitais de Mystic Falls, aquilo que simplesmente já sabíamos: Silas-Imortal-Não-Morre-No-Final voltou da ilha no avião da Ajira com os  outros sobreviventes do voo 815.

Assim, este episódio nos faz, por fim, desejar mais do que nunca que Mystic Falls ganhe novas tramas, novas mitologias e novos personagens. Pois, caso isto não ocorra, sou eu quem vai estar, em breve, deitado no asfalto esperando por um carro para acabar com este sofrimento. 

Notas do diários:

- Nunca esperava que Klaus fosse introduzir seu carvalho branco nas áreas baixas de Hailey nesse episódio.

- Por favor não façam de Caroline e Stefan um casal. Por favor...

- Rebekahchorra ladra, mas não morde.

- O que foi Tyler enviando cartas para avisar que foi para o século passado fugir de Klaus e por isso não pôde enviar um email? Por favor né, produção...

- Esse episódio só valeu por Elena ter mostrado a mata de araucária para Stefan, Damon e Caroline.

Até semana que vem!

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The Vampire Diaries: 4x15 "Stand By Me"


Hora de recomeçar.

A morte de um personagem é um dos recursos mais básicos usado por um roteirista para surpreender ou emocionar seu público. No caso de "The Vampire Diaries", este artifício têm sido utilizado ao longo das quatro temporadas e funcionado muito bem. Desde então, presenciamos a perda de Vick, Ana, John, Tia Jenna, Alarick Martin, entre outros. Contudo, nunca antes havia sido feito um episódio dedicado apenas a dizer adeus a um destes personagens.

Quem acompanha minhas reviews sabe que nunca gostei do Jeremy. Não é atoa que o carinhosamente apelidei de Jeremias. Todavia, devo confessar que a perda do personagem se mostrou sim considerável e que será de fato sentida dentro da trama, especialmente após o mesmo ter ganhado utilidade desde que se tornou um dos Cinco.

"Stand By Me", portanto, trabalha muito bem sob o senso de perda. Inclusive, o luto de Santelena está exposto em cada olhar desesperado ou vazio figurado aqui por Nina Dobrev - o olhar impotente e notável de uma pessoa que perdeu a tudo e a todos. Sem dúvidas, a dor da protagonista é palpável e, somente pior do que isto, é vê-la criar a expectativa falha e desesperadora de que tudo ficaria bem quando o anel realizasse a magia que o traria de volta a vida. Uma esperança, inclusive, que muitos telespectadores tinham por não saberem que o anel-ressurreição é incapaz de trazer de volta uma criatura sobrenatural.

E quando Elena finalmente percebe que não haveria macumba afro-descendente ou canção de Aline Barros forte o suficiente para ressuscitá-lo, a cena é fortíssima. Não há, aliás, como não se sensibilizar ao ver a vampira puxar o cobertor que cobria o rosto do irmão e vê-lo ali... pálido... sem vida.

É claro, ainda haveríamos de ter o plot twist trago por Shane/Silas para nos revelar que o terceiro massacre, caso fosse realizado, traria de volta todas as criaturas sobrenaturais presas no purgatório de Qetsyah. Em outras palavras, todos os vampiros, lobisomens, hibrissexuais, emos, caçadores, Hebe e originais que já morreram neste mundo voltarão a esta vida pacata. 

Dito isso, é realmente promissora a ideia de ter Jeremy, Alaric, Vicki (infelizmente o X-Box que Elena destruiu não) novamente no universo de The Vampire Diaries, porém, apoio a decisão de Elena de não tomar novos riscos ou arriscar mais vidas durante o processo. Talvez seja melhor deixá-los no passado e, para isso, queimar a casa parece ser a melhor solução. Afinal, vendê-la e dizer que a morte de Jeremy foi causada por um ataque de animal é muito complicado.

Brincadeiras à parte, a sequência em que Elena entra em colapso, ameaça incendiar a casa e é forçada por Damon a desligar suas emoções, foi sem dúvidas o ápice deste 4x15. Não obstante, a cena do incêndio ganha belíssimos contornos enquanto nos mostra as memórias da casa dos Gilberts sendo apagadas e, literalmente, reduzidas a cinzas.  

Este fim também soa como um recomeço, já que se por um lado temos o desfecho da trama dos caçadores e da cura (ao menos por hora), também temos o surgimento de uma nova Elena (apesar de que eu acredito que suas emoções retornarão mais rápido do que vampiro em liquidação de bolsa de sangue) e o início do reinado de Silas-Imortal-Não-Morre-No-Final, agora com poderes de mofar.

Notas do diário:

- Mattédio me dá sono até chorando.

- Como não amar Rebekahchorra? Damon diz: "Demorou por que?", Rebekah: "Nada, só fui ali tirar uma flecha da minha espinha".

- Alguém me diz que April Avulsa se suicidou após saber que Jeremias morreu, por favor.

- R.I.P X-Box

- R.I.P Whisky.

- R.I.P Panelas da Tia Jenna.

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The Vampire Diaries: 4x14 "Down the Rabbit Hole"

The Vampire Diaries

Como se diz "aleluia" em aramaico?

Se há um episódio de The Vampire Diaries (ou, final dele) que podemos dizer em alto e bom som que foi um presente direto e completo aos fãs da série é "Down the Rabbit Hole". Ele traz os retornos e mortes que tanto aguardamos, recupera aquele senso de ritmo eletrizante que a série possuía nos anos anteriores e é um dos poucos episódios em meio a esta sequência em baixa que TVD tem nos apresentado que de fato concretiza algo.

Contudo, devo dizer que alguns erros de lógica continuam a surgir na trama de Plec. E eles incomodam, como farpa de adaga em unha de vampiro. A começar pela cura, me parece ilógico que ninguém tenha considerado a hipótese de que haveria apenas uma dose da mesma. Não era óbvio? Afinal, o que eles esperavam? Que Silas estaria os esperando com um galão de 20 litros pronto para ser distribuído em copo descartável?

Talvez por isso toda expectativa colocada sob o mistério do criptéx neste 4x14 e o que ele nos revelaria se esvaiu em segundos. "Expressão de olhos arregalados" à "expressão de olhos revirados". Além disso, o fato de ter apenas uma dose deixa claro a meu ver que o roteiro irá usar a cura na pessoa que menos a deseja ter (plot twist pronto e previsível). Em outras palavras, Damon será curado do vampirossexualismo em uma tentativa de Plec nos surpreender e por fim ao sire bond de Elena. Ele, então, será transformado em vampiro novamente e o plot da cura não passará de um arco somente usado na série para executar a arte da enrolação.

Apesar disto, devo agradecer por TVD ter dado seguimento a trama de Silas-Imortal-Não-Morre-No-Final, por ter fi-nal-men-te realizado o feitiço de Bruxa-Isqueiro e, principalmente, por ter feito uma reviravolta (essa sim imprevisível) que foi capaz de nos fazer até mesmo esquecer por alguns instantes dos problemas que a série tem amargado nesta quarta temporada: o retorno da única e inigualável Miss Doppelquenga. 

A volta de bisKath, porém, traz mais perguntas do que respostas. E a maior delas, sem dúvidas, é o que diabos Katherine quer com a cura? Só sei que até descobrirmos teremos de suportar o mimimi de Santelena pela morte de Jeremias, já que sim, claro, óbvio, ele morreu. Morreu? Mas o anel não vai ressuscitá-lo? Não, desde que o mesmo se tornou um dos Cinco é tido como uma criatura sobrenatural, portanto, não pode ser salvo. O que não desconsidero, contudo, é que a magia-afrodescendente de Bonnie o salve. Ou que Silas o ressuscite em 3 dias e faça a pomba girar.

Voltando a falar das baixas, neste episódio o triângulo amoroso entre Klaus, Caroline e Tyler serviu como exemplo perfeito de que Plec não sabe lidar com seus personagens. Aqui, ela conseguiu tornar Caroline irritante, Klaus dinâmico e ativo como Silas e se livrar de Tyler por falta de utilidade. É realmente triste ver três personagens tão bons sendo tão mal utilizados dentro de uma série que tem, igualmente, decaído em qualidade. The Vampire Diaries, sem dúvidas, já viu dias melhores.

Notas do diário:

- Como Elena mandou as fotos da tatuagem de Jeremy para Caroline pela internet? Por acaso os caçadores da ilha tem wi-fi? 3G a base de verbena?

- A magia de Bonnie para libertar Silas era um apenas um tremor para abrir a caverna? Uma escavadeira não seria mais fácil?

- Então os mortos eram apenas uma ilusão de Professor Boring? (bocejo)

- Esse plot de Silas ser um poderoso imortal... preso em uma tumba... esperando para ser acordado... é plágio de X-Men Evolution. Just saying...

- A próxima a ser morta é April, né? : )

Até semana que vem!

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The Vampire Diaries: 4x13 "Into The Wild"

The Vampire Diaries

Surpreendentemente ruim.

Na semana anterior, escrevi uma review mais que otimista sobre o rumo da 4ª temporada de "The Vampire Diaries". E ao trazer um episódio como a "A View to a Kill" os roteiristas (lê-se Julie Plec) realmente me fizeram acreditar que estavam prontos para acelerar a trama, dar uma resolução ao arco da cura e, principalmente, parar de ficarem sacudindo verbena na cara do telespectador para nos distrair da falta de ritmo e coesão da temporada.

Acontece que, assim como Bonnie (em tudo o que faz), eu não poderia estar mais errado. "Into the Wild" é, inclusive, a maior prova de que algo está faltando em "The Vampire Diaries", ou melhor, alguém cujo nome começa com Kevim e termina com Williamson (para os desinformados, o showrunner que junto a Plec comandou as 3 primeiras temporadas da série).

Isto porque Williamson sabia como trabalhar a mitologia da série, desenvolvê-la, distribuí-la, usá-la a favor dos personagens e produzir grandes momentos. Já Plec tem uma mitologia promissora em mãos (com a cura, Silas e os caçadores) que não sabe conduzir. Incapacidade esta mais exposta em "Into The Wild" do que os próprios mamilos de Jeremy. 

Então o que ela faz... Coloca todos os vampiros (além de Bruxa Isqueiro e Professor Boring) em uma ilha, com os Outros e os outros-Outros (Lost, é você?) e conduz a história da maneira mais estática possível. E não se enganem quando digo que, mais do que ninguém, eu desejava ter gostado deste episódio, especialmente pelas respostas que ele nos concede sobre os massacres da temporada, Silas e, majoritariamente, sua origem.

Entretanto, a forma como tudo foi apresentado, de maneira didática através dos flashbacks de Professor Boring (desencadeados cada vez que um personagem o fazia uma pergunta, como no diálogo com Damon), me fez sentir mais como se estivesse vendo a um documentário da History Channel sobre cavernas com propriedades sobrenaturais (para não dizer poço mágico) do que a The Vampire Diaries que amamos e queremos de volta.

Além disso, tivemos Jeremy sendo sequestrado por um dos Outros - neste caso, um aliado de Professor Boring - e Bonnie sendo levada pelo feitiço GPS ao encontro dos mesmos. Assim, Shane agora possui uma bruxa de boca torta o suficiente para fazer o feitiço que libertará Silas e um caçador cuja tatuagem a guiará (mesmo que este possa ser substituído a qualquer momento pelo celular de Bruxa-Isqueiro com todas as fotos que ela tirou da tatuagem).

Já em Mystic Falls, tivemos Klaus servindo de jarro para a sala-de-estar dos Gilberts, enquanto Caroline era estúpida o suficiente para se aproximar, ser penetrada pelo cabideiro e levar uma mordida do híbrissexual. E apesar de previsível que Klaus daria o sangue para curá-la, gostei de ver a relação do casal, que há algum tempo parecia esquecido pelos produtores, voltando a ser explorada na série com a força de um Carvalho Branco. E que venha mais Klaroline para apimentar o ritmo pacato de TVD.

Notas do diário:

- Rebekahchorra, como sempre, farejando o perigo antes que os outros e salvando Santelena de levar inúmeras estacas. Quase como um método contraceptivo.

- Apesar de não gostar do episódio, devo confessar que os cenários estavam maravilhosos.

- Ah, mencionei que os outros-Outros são os Cinco?

- Bruxa-Isqueiro faz magia GPS pondo fogo na floresta... qual é o número do Ibama?

- Adorei ver que Damon ama mais sua imortalidade do que à Tédiolena.

- Só eu achei que Bruxa-Isqueiro estava tirando aquelas fotos da tatuagem a uma proximidade anormal?

- Concordo com Rebekahchorra. Não se vai para uma ilha sem levar alguns marshmallows originais.

Até semana que vem!

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The Vampire Diaries: 4x12 "A View to a Kill"

The Vampire Diaries

Finalmente, aqui vamos nós.

"The Vampire Diaries" é e sempre foi uma das poucas séries capazes de fazer uma construção mitológica impecável ao longo de uma temporada. Neste quarto ano, porém, TVD escorregou em termos de ritmo, que se antes seguia frenético, nos últimos episódios se equiparava a um vampiro-dissecado correndo em maratona de vampiro-original. Mas quando vemos episódios como "A View to a Kill" voltamos a nos empolgar com a trama e a queimar (muita) verbena em agradecimento a Santa Plec.

Este 4x12 é, portanto, como uma gorda bolsa de sangue em relação aos pequenos frascos de O negativo que recebemos ao longo deste período em que ficamos aprisionados ao marasmo da série. Desse modo, "A View to a Kill" finalmente encaminha a trama para o encontro da tão aguardada cura para o vampissexualismo, assim como traz a promessa da libertação de Silas-Imortal-Não-Morre-No-Final.

Isto, todavia, teve um preço caro a ser pago: a infeliz morte de mais um original, Kol-Me-Maybe, que nos deixa após receber de Jeremias a adaga original no peito, também auxiliado pela poderosa encanação de Mystic Falls e suas doses extras de verbena.

Esta ideia, é claro, não poderia ter vindo de ninguém que não Bruxa-Pai, em mais uma tentativa de controlar os vampiros da cidade, enquanto nem sequer consegue manter Bruxa-Isqueiro e sua temível magia afrodescendente na linha. Com isso, ainda tivemos o retorno de Bruxa-Mãe/Bruxa-Vampira (ou Bruxa-Híbrida/Bruxa-Gira) a série, que além de não servir para absolutamente nada, realizou o feito de ser a maior e mais irritante empata-plano desta e da próxima década. 

Bruxas à parte, neste 4x12, Rebekahchorra e Pastelfan conseguiram me fazer acreditar, pela primeira vez em quatro temporadas, que eles de fato são vampiros - seres imortais que viveram décadas a fio, presenciando a evolução da música, do cinema e até mesmo da moda - o que se reflete nos diálogos do casal quando os mesmos discutem as mudanças ocorridas ao longo dos anos se mostrando até mesmo saudosistas. 

Pela primeira vez, também compreendemos os interesses de Rebekah, que em meio a bailes e corsages, deseja apenas a oportunidade de "ser" humana. Por isso, não há como não respeitar ou até mesmo achar nobre a decisão de Stefan de mantê-la viva, contradizendo inclusive a Elena e a todos. Isto também serve para confirmar o que tenho dito desde o fim do relacionamento do casal: Stefan sem Elena é muito melhor que Pastelfan com recheio de mimimi. Vida longa a Rebefan! Ou melhor, imortalidade.

Notas do diário:

- Não entendo toda essa caça à cura, quando sabemos muito bem que podemos encontrá-la na Globo Marcas.

- Jeremias, depois de décadas para completar a tatoo, finalmente poderá voltar a sair com os emos de Mystic Falls.

- Nada melhor que a cena inicial de Stefan acordando com expressão de medo ao lado de Rebekahchorra e se perguntando se havia contraído herpes original.

- Nunca pensei que diria isso, mas Bonnie se mostrou muito útil ao prender Klaus na sala de estar dos Gilberts com envoltório de SBP. Slogan mudando para: Proteção contra os vampiros, contra os vampiros.

- E como não poderia deixar de ser, R.I.P Kol-Me-Maybe.

Até semana que vem!

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The Vampire Diaries: 4x11 "Catch Me If You Can"

The Vampire Diaries

Excelentes distrações.

Enquanto Silas não é libertado, a cura não é encontrada e Jeremy não morre, os roteiristas continuam a nos entreter com distrações para que não notemos o quão vagarosa encontra-se a trama desta quarta temporada. E o pior de tudo isso? Eles o tem feito muito bem, com ótimas sequências de ação, excelentes diálogos e mais um membro da família original: Kol Me Maybe que vem para chacoalhar as adagas em Mystic Falls.

E sim, a demora para os arcos da temporada ganharem uma resolução tem me incomodado, porém isso não me impediu de apreciar grande parte do que vi em "Catch Me If You Can", a começar pela eletrizante abertura do episódio na qual inúmeros vampiros recém-criados prometem matar Jeremias e Mattédio. Só prometem... 

E apesar de Kol Me Maybe ter atrasado um pouco o andamento do plano de Klaus ao matar os vampiros que fariam a marca do caçador crescer, confesso que adorei seu método de auto-diversão ao compelir Damon a matar Jeremy, ou simplesmente tentar arrancar seus braços. Outra chance perdida...

Brincadeiras à parte, as sequências em que Damon perseguia a Jeremy foram tão tensas quanto uma discussão entre um carvalho branco e um praticante de desmatamento, embora fosse previsível que nada aconteceria ao protegido de Klaus e Elena. O que, de fato, aconteceu. O mesmo não posso dizer do misterioso homem que vimos entrar no escritório de Professor Boring a procura da pedra de Silas, o qual literalmente a língua comeu, antes que Rebekahchorra pudesse extrair qualquer informação que ajudasse o team Nik.

E por falar naquela que ladra porém não morde, a maior surpresa deste episódio advém de Rebekahchorra, a qual decide experimentar da adaga de Pastelfan formando este que promete ser o casal mais shippado do ano depois de Delena. Só nos resta saber como chamá-los. Rebefan? Stelkah? Rebekan? Algo me diz que Stechorra vai colar mais que bracelete de verbena.

Além disso, este 4x11 nos trouxe informações cruciais a respeito de Silas, o primeiro imortal da terra que promete trazer de volta os mortos e por fim ao mundo como o conhecemos. Parece, portanto, sensato que os vampiros, em especial Kol Me Maybe, não o queiram de volta, ao contrário de Bruxa Isqueiro que deseja mais do que nunca poder rever Vovó Macumba.

A propósito, Bonnieta conseguiu em um único episódio perder o controle, pôr fogo na delegacia com água(!) e quase quebrar a mão do Professor Boring fazendo a Grifinória perder 50 pontos e a Taça das Casas. Não obstante, Bruxa Pai acha que ela precisa de ajuda. Só. 

Outra que pretende dar chá de verbena a vampiro é Elena, essa vampira brilhante que surge com a ideia de matar Kol Me Maybe e nos poupar de sua presença no mais que aguardado spin-off dos originais. Ademais, Elena parece confiante de que a morte de Kol não afetará os irmãos Salvatore, o que poderia acontecer caso os mesmo fizessem parte de sua bloodline. Posso ter perdido algo (caso o tenha, favor deixarem nos comentários) mas até onde sei o team Elena não sabe de qual vampiro original eles descendem. O que acham? 

Notas do diário:

- Bonnie consegue realizar feitiço de fogo, água, ar, terra, trazer a pessoa amada em sete dias, dar aleluia a Iemanjá, mas não tem poder o suficiente para fazer uma plástica e consertar aquela boca?

- Elena. (bocejo)

- Elena brigando com Stefan que a diz não estar mais apaixonado. #NewTaylorSwiftSong

- Como. Ninguém. Nota. Que. Tanta. Gente. Morre. Em. Mystic. Falls? Como?!

- Cadê Caroline, titia Plec?

- Será que, com a ressurreição prometida por Silas, Vic e Anna voltam? #PorqueÉImortaaaalNãoMorreNoFinal #Sandy

Até semana que vem, usuários de verbena.

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The Vampire Diaries: 4x10 "After School Special"

The Vampire Diaries

Brincando de verdade ou desafio.

Entediada com a trama que vinha sendo conduzida pelos roteiristas de The Vampire Diaries na primeira metade desta quarta temporada, Rebekahchorra parece ter escutado nossas preces quando decidiu retornar a ação da recentemente pacata Mystic Falls, após ser mantida na coleira por meses.

A verdade é que o ritmo da temporada até aqui estava sendo ditado a ritmo Jeremy e, ao contrário dos anos anteriores, aonde a essa altura já teríamos alcançado a cura, matado Avulsa April e libertado o Silas, continuávamos estagnados em dramas como Stelena/Delena. O desafio, por sua vez, era restabelecer o ritmo frenético ao qual nos habituamos e quanto a isso "After School Special" consegue ser um episódio bem sucedido.

Dito isso, podemos começar nossos comentários a respeito da fantástica sessão de Casos de Família, comandada fervorosamente por Rebekah Abrão, que inicia com um update da revista CARAS informando que o casal tédio do ano Santelena e Pastelfan haviam se separado. Manchete? "Damon enfia carvalho branco na namorada do irmão. Elena curte. Stefan cheira a álcool."

E como em todo jogo da verdade em que não podem haver omissões, Elena revela a Stefan que se permitiu ser adagada pelo irmão, não pelo sire bond, mas por estar apaixonada pelo mesmo. A expressão de mágoa de Stefan só é, de fato, melhor que a de satisfação de Rebekahchorra, a qual decide apressar a reunião sequestrando Professor Boring com ajuda do original Kol.

As coisas, porém, só ganhão um tom de maior urgência quando Tyler chega ao local e é compelido a se transformar em she wolf para, por conseguinte, matar à todos. Assim como na sequência em que Kol decide ver por quanto tempo Professor Boring conseguia segurar a respiração. Ademais, vimos que no mesmo instante Avulsa April sente os efeitos do afogamento, sendo este o resultado de mais uma magia mal executada de Bruxa Isqueiro, a qual novamente se mostra apenas eficaz em por fogo em sal.

O episódio ainda fez um adendo a mitologia revelando que Silas é o primeiro ser imortal do mundo a existir e que encontra-se preso com a tão procurada cura. Dito isso, mal posso esperar para que Stefan a encontre, assim não teremos que aguentá-lo pelo resto da eternidade realizando a milenar prática do mimimi. E para finalizar, nada como um momento Delena ao som de Snow Patrol acompanhado de um convite de Klaus para uma matança no Mystic Grill. Sinto cheiro de retorno da boa e velha The Vampire Diaries.

Fluxograma do diário:

- Muito obrigado, Sr. Rudy (pai de Bruxa Isqueiro) por dar seus genes à Bonnie. Muito obrigado.

- Vou contratar Avulsa April para fazer estas notas. Ela se mostrou muito eficiente anotando os diálogos da mesa para Rebekahchorra que inclusive exigiu um fluxograma com cartelas e alfinetes.

- Mattédio e Jeremias dando voltas ao redor do lago por algumas fatias de pepperoni. Patético.

- 800 anos de idade e Rebekahchorra aparenta ser tão imatura quanto Avulsa April. Não é atoa que as duas são BFFs.

- Adorei que Professor Boring fez questão de que Bonnie soubesse que a expressão correta não é Magia Negra e sim Magia Afrodescendente.

- Pobre moça da pizza que acabou sendo penetrada pela estaca do Jeremias.

- Curiosidade: a música que toca na sequência Delena deste 4x10 foi também usada no 8x10 de Grey's Anatomy. Além disso, os produtores de TVD tiveram que aguardar um ano para usá-la na série por causa dos direitos autorais.

É isso galera, até semana que vem!


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The Vampire Diaries terá spin-off dos Originais


Preparem suas adagas, a série dos originais está chegando.

Segundo o site norte-americano Deadline, a CW está desenvolvendo um spin-off de The Vampire Diaries chamado "The Originals" e que terá como cerne Klaus (Joseph Morgan) e sua família de vampiros originais que viemos a comumente conhecer na segunda temporada da série.

Portanto, o episódio do dia 25 de abril de The Vampire Diaries, escrito pela produtora executiva Julie Plec, irá servir de piloto para a potencial série. Nele, Klaus deverá retornar ao bairro francês de New Orleans, um caldeirão sobrenatural que ele ajudou a erguer séculos atrás, junto ao seu diabólico ex-protegido Marcel. Ademais, Phoebe Tonkin, que teve um papel fixo em The Secret Circle e que atualmente faz participação especial em The Vampire Diaries, irá reprisar seu papel no pré-piloto como a lobisomem Hayley.

Se aprovada a série dos Originais deverá ir ao ar já na próxima temporada. O que acharam da ideia? Absurda? Excelente? "Acho que os roteiristas deveriam focar na própria série"? Deixem nos comentários.


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The Vampire Diaries: 4x09 "O Come, All Ye Faithful"

The Vampire Diaries

Em terra de vampiro, Santa Klaus é estripador.

Podem chamar Kevim Williamson de Santa Klaus porque neste natal é ele quem nos presenteia com um episódio pintado a vermelho-sangue e digno de ser emoldurado e pendurado no Mystic Bar ao lado da Monalisa de Klaus. "O Come, All Ye Faithful" pode não ter sido tão eletrizante como "Homecoming" (fall-finale do ano anterior), porém encerra o ano de The Vampire Diaries com um desfecho de tom perfeito e uma dose de reviravoltas mais que bem-vinda.

A premissa deste episódio é dar uma resolução a trama dos híbridos. E como em TVD se adotou a filosofia de que tudo, absolutamente tudo, pode ser resolvido com magia, os híbrissexuais decidiram que era hora de prender Klaus no corpo de Tyler e fugir para a tribo quilombola mais próxima, onde nunca mais poderiam ser usados como garotos de entrega. 

Logo, Caroline que não suportaria passar meses sem brincar com o Carvalho Branco de Tyler concebe a brilhante ideia de usar o corpo de Rebekahchorra para a troca. "Ela já é uma uva passa, porque não?" pensou ela.

Seguindo esta linha de trama Nosso Lar, tivemos os pequenos experimentos de Shane em Jerinútil numa tentativa de interromper os desejos do mesmo de enfiar uma adaga em Santelena a cada minuto. A resolução para o problema de Jerinútil porém soou mais simples do que eu imaginava: utilizando Bonnie para conter os seus sentimentos emo, ele pôde conter o desejo da matar vampiros.

E embora eu tenha considerado toda a trama sobre a quebra do sire-bond dos hibrissexuais uma das mais sonolentas de toda a série, confesso que gostei do seu desfecho, em que Hailey (mais conhecida como Faye, a vadia) junto ao Professor Boring foi responsável pelo maior genocídio de hibrissexuais da história. A cena em que Klaus arranca os corações dos mesmos em paralelo ao diálogo de Tyler e Hailey foi uma das melhores da primeira metade desta temporada.

Quanto ao triângulo amoroso da série, a não ser que você tenha usado uma pulseira de verbena durante todo o episódio, se comoveu com o fato de Elena e Damon não poderem ficar juntos. Porém, algo me diz que a situação é temporária, uma vez que Damon não pôs um fim completo ao sire bond e caso o fizesse nos faria compeli-lo a matar Pastelfan (e Bonnie, só por esporte).

Para finalizar, a temporada culmina na morte de Carol, uma das cenas mais fortes já produzidas pela série e que poderá desencadear diversos conflitos para a trama. Até lá, teremos de lutar com adagas e verbenas para sobreviver ao longo hiatus que nos aguarda.

Notas do diário:

- Jeremy e Bonnie prometem ficar juntos. (vômito)

- Professor Boring possui a cura para Elena, mas ainda não vejo pelo qual motivo a mesma deseja se curar.

- April-Avulsa agora sabe o segredo dos vampiros e pretende chutar o cachorro morto para ver se ele acorda, Rebekahchorra.

- Jingle Bell... Jingle Bell... matem o Jeremy.

- Adorei ver Elena mexendo nas tralhas de Tia Jenna e revelando que ela usava maconha para pegar Logan Fell.

- Só eu notei que o Jeremy tem tomado biotônico fontora?

- Por favor, tragam bisKath de volta.

- Confesso que adoro as obras de arte do Klaus e estarei encomendando todas elas após o término desta review, como esta...


Até a próxima!

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The Vampire Diaries: 4x08 "We'll Always Have Bourbon Street"

The Vampire Diaries

"Isso parece errado?" - Elena Gilbert.

Antes de mais nada, não pude deixar de notar que após o 4x07 alguns fãs estavam rasgando as costas com as próprias unhas devido ao plot do sire bond. Particularmente, não vejo qual tenha sido a problemática relacionada a isto, afinal, estando ou não ligada a Damon, Elena havia ficado com ele e nem verbena aditivada seria capaz de apagar o fogo original entre os dois.

Entretanto, parecia que algumas coisas precisavam ser esclarecidas. E a isto o 4x08 cabe bem, explicando a dinâmica dessa ligação e sendo o galho que faltava no Carvalho Branco. Dessa forma, ele deixa claro que os sentimentos de Elena não foram originados a partir do sire bond, mas que o sire bond é oriundo dos sentimentos de Elena. Ademais, a ligação não mudava os sentimentos, e sim os atos do indivíduo. Portanto, fizesse o que fizesse, Pastelfan seria incapaz de achar uma bruxa de boca torta o suficiente para quebrar este excelente sire-bond.

E conforme vimos, o conceito é bem semelhante ao de True Blood, inclusive, o vampiro-pai é capaz de libertar sua cria apenas pela pronuncia de algumas palavras. Porém, não é isto que queremos. Queremos Elena e Damon quebrando a cama e pondo fogo em Mystic Falls, portanto, os roteiristas não teriam a audácia de fazê-lo, ou o nosso sire-bond com TVD também estaria quebrado.

Toda a jornada porém para descobrir o simples fato de que a ligação do casal não poderia ser quebrada por magia fez os flashbacks, pela primeira vez, soarem tão sem função quanto Avulsa-April é na série. Apesar disto, não posso negar que a produção tenha caprichado na ambientação de 1942, e mesmo que o corte de cabelo Pastelfan não estivesse na moda na década de 50, gostei de poder rever Saide e conhecer a fanática Charlotte, a qual poderia ser substituída por qualquer fã de Ian Somerhalder que ninguém notaria.

Quanto ao núcleo das crias de Klaus, tivemos Tyler assumindo o papel de hibrissexual-alfa, após um conflito extremamente raso e sem justificativa com o restante do grupo. O que não sabíamos ao certo é que ele atendia aos interesses de Hailey, a qual foi prometido um pen-drive com um Power-Point explicando como ressuscitar mortos feito pelo Professor Boring.

E se a pergunta deixada ao final do episódio por Elena é se "isso parece errado?" nossa resposta é apenas uma "NÃO". Não soa errado e não queremos que Damon a faça esquecer. Penso da mesma forma quanto a cura de Elena, se a mesma agora é capaz de beber de bolsas de O negativo, qual é o motivo de querer transforma-la novamente em humana? Envelhecer e morrer de tédio? Torçamos para que os roteiristas de TVD continuem a conduzir a trama de acordo com nossos desejos, ou façamos como Tyler e os coloquemos para se ajoelhar perante nós.

Notas do diário:

- Mais alguém notou que Boca-Torta-Bonnie estava realizando a notória dança da galinha aos 22:03?

- Além disso, tivemos na festa da mansão Caroline fazendo duck face e Elena confessando que se masturba na banheira de Damon.

- A mãe da Tara (True Blood) fazendo ponta em TVD, quem diria?

- Perceberam que é sempre Caroline a escolhida para ser torturada na série?

- Stefan ainda não sabe que Damon enfiou seu Carvalho Branco nas matas de Elena. E assim encerramos mais um capítulo de The Salve Jorge Diaries.

Até semana que vem!

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The Vampire Diaries: 4x07 "My Brother's Keeper"

The Vampire Diaries

A arte de enganar o telespectador.

Depois de duas semanas de um hiatus tão adorável quanto o Jeremy, The Vampire Diaries está de volta, acertando na dose de verbena e fazendo de um episódio revelador o exemplo perfeito de como o roteiro de Kevim Williamson e Julie Plec se tornou especialista em fabricar plot twists.

A reviravolta vinha sendo construída desde o início da temporada, quando Elena não conseguia manter no estômago sangue de animal e das bolsas de coleta, expelindo mais "O negativo" do que em seu período menstrual. Bastávamos juntar os fatos, como fez Vambarbie ao término do episódio, para enxergar o que estava nítido desde o início: Elena está ligada a Damon como um vampiro está ligado ao seu criador. 

Essa habilidade de tornar pequenas evidências parte de um plano maior é algo que poucos roteiros consegue concretizar, o que TVD faz em um arco de 7 episódios quase de maneira casual. Elogios a parte, devo dizer que não vejo mal algum em Elena estar ligada a Damon dessa forma, apesar do leve clima de incesto com que Caroline descreve esse laço.

Ao contrário de vambarbie, prefiro a Elena que opta pela liberdade do vermelho ao invés daquela que insiste na segurança do azul. A propósito, a analogia dos vestidos é perfeita para descrever este triângulo amoroso que a série estabeleceu nas últimas 3 temporadas, sendo ainda reforçada por Damon quando diz que Elena vestia azul no último concurso e perdeu.

Aliás, o pano de fundo para este festival de conflitos foi o Miss-ericórdia Mystic Falls 2012, a competição vencido por vambarbie há três anos atrás e que aqui coroa April (como maior avulsa da temporada), basicamente por três motivos: 1 - O vestido vermelho, 2 - Rebekahchorra não competiu e 3 - As outras concorrentes eram figurantes que só apareciam a uma distância de 20 metros da câmera.

No lado substancial da trama, tivemos Pastelfan encarnando o wriper e caçando prisioneiros no hospital de Mystic Fall para fazer deles cobaias de Jeremias (a nova Buffy), obviamente no intuito de avançar no plano de cura para Elena (zzZZzzZZzz, eu sei). A necessidade de tornar Virgelena humana, por outro lado, tem mantido Klaus na série e, por conseguinte, os excelente diálogos de Klaroline que tem sido em dispara o melhor casal da série.

Devo dizer, porém, que toda a atmosfera de urgência criada em cima do preceito de Jeremy estar sonhando em matar Virgelena acabou sendo quase nula, já que é tão óbvio quanto a preferência de Stefan por adagas o fato de que nada aconteceria a protagonista. Ademais, ainda haveríamos de ganhar a cena de sexo original entre Virgelena (que agora é Safadelena) e Damon.

Notas do diário:

- A cara de "verbena ardida em olho de hibrissexual" de Tyler no momento em que ele vê Klaus conversando com Vambarbie é indescritível.

- Empata foda do dia: Professor Boring.

- Caroline anda perdendo meu respeito com todas essas campanhas anti-Delena.

- A Faye deixou de ser a bruxa bitch em The Secret Circle para tornar-se a hibrissexual bitch em Mystic Falls. Grande evolução. (não esquecendo que antes disso ela era sereia em H20, não que eu já tenha visto essa naba...) #SeuPassadoTeCondena

- Os papos de Faye e Tyler são mais dolorosos que transformação de hibrissexual. Por mais que a última consista em quebrar todos os ossos do corpo.

- Não vi nenhuma boca torta nesse episódio, cadê a Bonnie?

- Concordam que o Jeremy ficou bem mais legal depois que encarnou a caçadora de vampiros? Eu achei...


Até semana que vem!

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The Vampire Diaries: 4x06 "We All Go a Little Mad Sometimes"

TVD

Seria ilusão, na verdade, dizer que este episódio foi ruim.

Nesta semana, The Vampire Diaries decide nos presentear com um episódio no qual estamos a maior do tempo dentro da cabeça de Elena, acompanhando sonhos de uma verbena provavelmente mal fumada. Com isso, Kevim Williamson faz de tudo. Brinca com cenas de morte, mata inclusive alguns personag... Jeremy e não perde a oportunidade de trazer bisKath para fazer deste 4x06 mais um episódio adagástico.

Pode soar repetitivo elogiar a trama da série, entretanto é impossível falar deste episódio sem rasgar alguns metros de ceda para os roteiristas. A sensação que tive ao ver "We All Go a Little Mad Sometimes" foi de que cada peça introduzida nos 5 primeiros episódios da temporada: a trama dos Cinco, os flashbacks de Klaus e a morte de Connor, foram colocadas categoricamente no intuito de preparar o terreno para o que viríamos nestes 40 minutos. 

Assim, tudo culmina neste 4x06. Toda a culpa, as dores causadas, cada perda não calculada. Foram momentos que marcaram a vida de Elena e que foram fundamentais para colocá-la diante de um conflito entre vida e morte mais angustiante do que palito de dente preso em gengiva de vampiro.

É temendo pela segurança de Elena que Klaus dá uma rapidinha em frente a casa dos Gilberts e captura a moça para mantê-la em cativeiro por alguns séculos até que os sonhos molhados com Connor parassem. Nesse meio tempo, Bruxa-Isqueiro, Professor Boring e Damon descobriam uma solução para tirar Elena de suas fantasias eróticas com doppelquengas e fantasmas. O que surpreendentemente acabou sendo Jeremy.

Foi revelado, então, que nosso querido peso de papel terá mais uma utilidade na série, além da função: corpo para cenas de morte, já que está destinado a se tornar um descendente dos Jackson Five assim como o finado Connor. Logo, bastou descartar um dos preciosos hibrissexuais de Klaus e fazer mais uma sessão de tatuagem tribal na Mystic Tattoo para que Elena estivesse salva dos incentivos de suicídio de sua querida e adorável mãe.

Além disso, a vampira depressão também precisava dar um pulinho da Wickery Bridge e pegar o anel-sundown que havia caído na água para estar completamente segura. E como de costume, Damon estava lá, não Stefan, uma vez que, como bem justificou este último, Elena escuta o irmão mais do que a qualquer um.

Partindo para o assunto da separação, achei nobre da parte de Stefan admitir que Elena não mais o amava e encerrar de vez esse relacionamento xarope para dormir. E é assim que TVD, além de atender ao pedido de milhares de fãs, dá o encerramento ideal para um episódio ainda melhor. 

A propósito, se a realidade dentro da cabeça de Elena possui uma Katherine viva e um Jeremy morto, torçamos para que os roteiristas nos forneça um pouco mais dessa verbena nos futuros episódios.

Notas do diário:

- Aula sobre pedras com o professor Boring de Mystic High. Esta é a prova "concreta" de que ele é o par perfeito para Bruxa-Isqueiro. Espero que no final de TVD os dois se casem e morram de tédio.

- bisKath dizendo a sua doppelquenga que Elena era como ela. Quem dera.

- Acho tão overreacted o momentos em que Jeremy ressuscita no sofá parecendo que correu 10 quilômetros para comprar o último ingresso do show da sua banda favorita (NxZero) quando na verdade  estava apenas sendo mais útil como cadáver temporário.

- A mãe de Elena é tão chata que até eu estava pensando em pular daquela ponte.

- Queria muito que Mattédio virasse vampiro e matasse Jeremy para que este faça como Connor e dê a ele de presente "5 formas de se ter um suicídio bem sucedido".

Até semana que vem e comentem pelo amor de Tia Jenna!

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The Vampire Diaries: 4x05 "The Killer"

Elena

The Vampire Drama.

Chegamos ao quinto episódio desta temporada eletrizante de The Vampire Diaries e a exemplo do ano anterior (se lembram de The Reckoning?) em que fomos presenteados com litros de ação e carvalhos brancos de suspense, ganhamos mais episódio incomparável. 

"The Killer" recebe este nome não apenas por se tratar de um episódio literalmente matador, mas também por dar título a Elena, que aqui realiza o seu primeiro assassinato e por conseguinte perde a virgindade de vampiro (o que é sempre doloroso na primeira vez, faz você pensar "sou um wripper?", mas no final das contas é algo com que se acostuma e passa a gostar).

Acima de qualquer coisa, este episódio deixa claro que mesmo depois de ter se transformado em vampira, Elena continua essencialmente a mesma. Dramalhona, chorona, "quero Tia Jenna de volta", "vou me jogar da ponte de novo" e "enfia estaca em mim, Stefan porque eu quebrei o pescoço do negão". Basicamente, a personagem se tornou um xarope de madeira a base de verbena para vampiros, sendo dessa forma completamente obstante as nossas expectativas de que se tornaria uma vambitch e não uma tábua que curte menstruação. Até Stefan quer encontrar a cura para toda esta chatísse!

Brincadeiras à parte, o drama de Elena, apesar de incomodo, é coerente e necessário. Melhor do que isto, ele não prejudicou em nada o ritmo dos acontecimentos deste 4x05, o qual acaba por ser um dos episódios mais explosivos de toda The Vampire Diaries.

Aqui, Connor (vocalista dos Jackson Five) é mais uma vez o cerne da coisa toda. Ele sequestra os dois personagens mais relevantes da série (só que não), Jeremias e Mattédio, e os mantêm em cativeiro no Mystic Grill. Relevando o fato de que Connor é apenas um ser humano e que um simples arrancar de coração resolveria a coisa toda, o episódio conseguiu ser bem sucedido ao criar um excelente atmosfera de tensão.

Ademais, as sequências de ação dentro do Grill tornaram-o tão avassalador quanto uma bomba de pregos banhados a molho de verbena. E nos rendeu inclusive momentos como a morte de um dos hibrissexuais de Klaus, o qual leva um tiro de Connor e fica com um buraco de bala maior que a boca da Bonnie.

Eis que depois de muito sangue e adagas, Connor é morto deixando Klaus sem o querido descendente dos Jackson Five que proporcionaria a cura de Elena. Entretanto, como Jeremy é um dos descendentes da turma da Buffy e possui uma tatuagem tribal, acredito que Klaus irá usá-lo como sua via de encontro da cura. Nos resta apenas esperar e torcer para que até lá, as coisas continuem a explodir em The Vampire Diaries.

Notas do drama:

- Aos 13 minutos de episódio Elena pula encima de Damon com um pau na mão. Está no roteiro.

- Como é que Elena tem o disparate de dar sangue de vampiro para curar Jeremias?

- Depois de tanto tempo fazendo aulas de feitiço, o máximo que Bonnie consegue fazer como bruxa é um lumus maxima de velas.

- Hahaha, é só o que tenho a dizer da cena em que Tyler liga pra Klaus e percebe que ainda é putinha dele.

- O sonho de Elena ao término do episódio é de fato angustiante, principalmente pela cena do banheiro...


Até semana que vem!

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The Vampire Diaires: 4x04 "The Five"

tvd

A fórmula perfeita.

Se você acompanha minhas reviews há algum tempo, sabe que outrora estabeleci algumas regras que são fundamentais para se fazer um bom episódio de TVD. Uma delas condiz em fazer um evento no mesmo e a outra trata-se da lei de que episódio com flashback é garantia de episódio bom. Agora imaginem minha alegria ao ver que "The Five" traz ambas as coisas, além de uma quantidade reduzida de Stefan para dar espaço a doses extras de Delena.

Dessa forma, TVD utiliza-se novamente da fórmula do sucesso para nos presentear com um episódio recheado de informações cruciais à trama central. Aliás, basta observar o título deste 4x04 para perceber que o enfoque desta semana estaria direcionado aos Jackson Five, que por algum motivo sobrenatural adoram realizar macumba sem camisa na floresta.

Aqui somos levados de volta à Itália de 1114, na época em que os originais sambavam em solo europeu, para sermos apresentados aos "cinco". E como Rebekahchorra encontra-se sempre no CIO (o que justifica seu comportamento obsessivo por Mattédio), não importa o século em que esteja, logo se apaixona por um dos caçadores da tatuagem tribal, Alexander, o qual no segundo ato do episódio apunhala a moça com uma adaga quando já encontrava-se com outra adaga dentro do seu corpo.

Aliás, acho incrível como o roteiro consegue costurar tantas tramas de maneira coerente e aos poucos vão tornando-as parte de um plano completo. Dito isso, acredito que os flashbacks tenha sido substanciais, uma vez que traz o principal questionamento de Klaus à respeito de Connor: como um descendente dos cinco que foram mortos conseguiu ressurgir depois que os Jackson Five se separaram? 

Além disso, fomos introduzidos a um novo elemento da trama que particularmente me deixou boquiaberto: a cura, que ao contrário do que muitos pensam não se trata de uma minissérie da Globo há muito tempo esquecida, mas sim a chave para todos os problemas de Stefan-Estuprador-Enrustido e Santelena-Vampiros-Anônimos que desejam mais do que tudo recuperar suas humanidades para terem a chance de envelhecer, ter filhos e morrer juntos. #TiaJennaInconformada.

Logo, prefiro muito mais imaginar uma realidade em que Elena fique com Damon e na qual aprenda a controlar seus impulsos e aproveitar os prazeres da vida de sugadora de menstruação. A propósito, temos um pequeno vislumbre do que seria Elena sob a tentação de Damon neste episódio, o que parece, aliás, perfeito demais para acreditarmos.

Elena por alguns minutos está completamente desprendida dos valores cristãos, curte a balada, se embebe em sangue universitário, feel so close to Damon e o abraça, até que surge Bruxa-Queirosene com sua cara de desprendimento estomacal usual para garantir o prêmio de Empata Foda do Ano.

Dessa forma, encerramos outro episódio de TVD sob o conservadorismo do casal principal, em que Elena retoma o drama anterior sobre beber menstruação direto da fonte e escolhe o apoio de Stefan no lugar de Damon. Olhando pelo lado bom, ao menos agora, Jeremy tem alguma utilidade.

Notas do diário:

- "Enfie essa cura no seu cura" - Lispector, REBEKAH.

- Tatuagem em forma de mapa? Chama o Scolfield que ele soluciona na hora.

- Srta. Klaus toda trabalhada no Seda Cachos Controlados neste episódio.

- Não consigo expressar o quanto ri da cena da balada.

- Odeio estragar isso para vocês, garotas, mas até o precioso Damon que vocês tanto amam tem seus defeitos, certo Colgate?

TVD

Até semana que vem!


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The Vampire Diaries: 4x03 "The Rager"

The Vampire Diaries

E os acertos continuam.

Não sei bem o que se passa na sala dos roteiristas de The Vampire Diaries, mas imagino que Julie Plec e Kevim Williamson têm usado muita verbena medicinal para estarem tão inspirados desse jeito. Essa primeira parte da 4ª temporada tem se mostrado uma das melhores sequências de episódio já feitas por esta dupla, que juntos têm quebrado qualquer parâmetro em quantidade de plots excepcionais por episódio.

Depois de um 4x02 sem Klaus, muitos invocaram os espíritos das bruxas e fizeram macumba afro-descendente implorando por seu retorno. Confesso que não senti muita falta do original no episódio anterior, uma vez que Connor tem sido funcional no papel de vilão neste início de temporada, todavia, assim como o restante da nação TVD, comemorei quando o vi de volta à Mystic Falls na companhia de um exército de hibrissexuais, encomendados exclusivamente para a proteção do seu bofe Tyler.

Junto a Klaus, Rebekahchorra também está de volta para fomentar o ódio nos corredores de Mystic High (esse colégio maravilhoso que tem 4 aulas e 40 festas no ano). A cena do banheiro não poderia ser mais genial, com Rebekah esfregando menstruação na cara de Santelena depois de uma maravilhosa briga de lápis na sala de aula do professor Alarick Martin (provavelmente, revirando-se no túmulo neste momento pelo comportamento dos alunos). Com isso, outro sentimento intensificado pela transformação é revelado, a ira, salientado ainda mais quando Bekahchorra derrama o sundown de Elena na pia, deixando-a no canto da cozinha torcendo para não virar uma Lindsay Lohan da vida. 

É claro que havia de vir Stefan para impedir Elena de enfiar o carvalho branco em Rebekah, com seu discurso politicamente correto sobre o quão errado seria matá-la, uma vez que tal ato exterminaria da face da terra mais de 20% da população de blood suckers (o que provavelmente resolveria a maioria dos problemas que provavelmente teremos nas próximas 4 temporadas, mas tudo bem). Fato é que Stefan não é a primeira escolha do público de TVD e que na verdade todos queríamos ver Damon, que sempre faz as escolhas certas (mesmo que nem sempre sejam as escolhas morais), ajudá-la a como ser uma vampira de sucesso.

O roteiro ainda brinca com essa preferência do público fazendo Elena ter sonhos molhados com Damon enquanto se pega com Stefan, devido ao efeito da contaminação do sangue. E continua a fazê-la, quando o coloca para tirar a roupa na frente de Elena, convidando-a para ficar para o show de adaga e pedras da lua. 

Também é unânime a opinião de todos sobre Jeremo e seu carisma de saboneteira. Ao menos o personagem agora deverá converter-se ao papel de caçador de vampiros, o que confesso ter achado uma excelente decisão do roteiro, visto que a maioria dos caçadores não sobrevivem nem para contar história em diário de vampiro.

Prova disto é Connor, responsável pela explosão no Seattle Grace Hospital e que por sorte foi salvo por Klaus no último segundo. Vimos também que o original o considera mais valioso vivo do que morto, uma vez que é tido como um dos "Cinco". A pergunta remanescente portanto é: um dos cinco o que? Um dos cinco integrantes do One Direction? Rouge? Nx Zero? Fica a cargo de Kevim Williamson nos responder. Logo, aguardemos os próximos episódios, ou melhor, os próximos acertos dessa dupla de viciados em verbena original.

Notas do diário:

- Gente, a Faye não tinha sido cancelada com Círculo Secreto?!

- Só eu fiquei esperando isso acontecer quando Elena decidiu subir na moto achando que vampiro sabe voar?

- Elena envergonhada por ter sugado dois mililitros do sangue de Mattédio. Deveria se envergonhar por não ter o drenado logo.

- Só eu lembrei de Grey's Anatomy com a Dra. Meredith indo ajudar Damon a desarmar a bomba? É muita coincidência.

- Desejando imensamente que aquele sonho de Rebekahchorra arrancando o coração de Mattédio fosse realidade.

- April = Avulsa

- "Cadê a Bonnie? Por que a Bonnie não volta?" Palavras nunca pronunciadas.

Até semana que vem!

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C.S.Cast - The Vampire Diaries, The Walking Dead, Nikita, Arrow e mais


Sob o clima do agreste e tempestade de trovões, chegamos à 18ª edição do C.S.Cast. E como não poderia faltar, nele denunciamos a inconsciência ambiental de The Vampire Diaries, comentamos sobre a desenvoltura de serpente de Nikita na ioga e na cama e ainda revelamos o segredo de Nina Dobrev para se manter magra. Descubra também qual dos participantes ainda não superou o cancelamento de Ringer, qual é a banda mais tocada nas trilhas sonoras de séries e qual série tem plagiado The Closer descaradamente. Tudo isso em um podcast com muita menstruação, zumbis, setas, mulheres com câncer e beleza.

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Participantes:

Gabriel Dias
Arlane Gonçalves
Marco Pontes
Diego Antunes

Séries comentadas:

01:08 - The Vampire Diaries
10:30 - Nikita
16:00 - Beauty and the Beast
25:00 - Nashville
32:25 - The Walking Dead
44:00 - Arrow
01:02:45 - Leitura de comentários

Extras


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